Deslize para descobrir
História
Uma noite. Uma maré.
A maré que herdei do meu avô.
O meu avô era pescador na costa de Maputo. Saía às quatro da manhã e voltava com o que o mar lhe dava — não com o que ele queria. Aprendi cedo que cozinhar marisco é responder ao mar, nunca o contrário.
Depois fui longe. Cozinhas em São Sebastián, Lisboa, Singapura — onde aprendi a casar a técnica internacional com a memória da brasa que o meu avô fazia na areia. Voltei à Marginal para servir o que sempre quis: a pesca do dia, tratada com respeito, à noite, na cidade onde nasci.
MARÉ não é um restaurante de almoço. É a sua noite. Brasa, marisco e mar — pela ordem em que se sentem.
— Chef Manuel Sitoé
Galeria
A noite, em imagens.
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